24 agosto 2015


Hey revolucionários! Vocês já sabem que conciliar o blog com os meus estudos e trabalho não tem sido uma tarefa fácil, né? E por mais que às vezes eu tenha um tempo livre, eu gosto mesmo é de preparar minhas postagens em casa, num ambiente agradável e confortável para que eu possa ter os meus "surtos" criativos sem me preocupar com os olhares e reação das pessoas ao meu redor. Porque eu falo sozinho, faço pausa para comer, dançar, cantar, gritar, enfim, um ritual que foge da normalidade.


Em julho eu postei o desafio "SEJA O AUTOR DA SUA VIDA", um convite para que não deixemos o amanhã para fazer o que você pode ser ou fazer hoje, porque as coisas boas acontecem para quem espera. As MELHORES coisas acontecem para quem levanta e faz. Bom, nesse mesmo dia, eu aproveitei para fazer menção à algumas novidades que teriam no blog, mas deste então não toquei mais no assunto e os projetos seguem no papel. Eu achei melhor contar com o apoio e opinião de vocês antes dessas mudanças no #RN, por isso preparei uma pesquisa bem curta e rápida, peço que respondam com muita sinceridade, pois as respostas serão muito bem vindas e de grande valia. Abraços!

18 agosto 2015

Hey, revolucionários! Ontem eu fiz um desafio, que nada mais era um convite a ler ou reler o livro "O Pequeno Príncipe" e em seguida compartilhar, nos comentários, quais as emoções, sensações e recordações que a leitura vos provoca. Para aproveitar esse sentimento de ansiedade, já que a estreia oficial do novo filme já é dia 20/8. Mas não basta apenas desafiar, agora eu resolvi testá-los e com a ajuda do meu amorzinho, preparamos um teste de conhecimentos sobre o livro. Para facilitar e até mesmo atiçar a memória, colocamos em ordem cronológica. Então: Desafio feito. Teste lançado:

17 agosto 2015



Hey revolucionários!

Eu não pretendia postar hoje, queria fazer algo mais elaborado, afinal não é tão fácil falar sobre um dos livros que marcaram a minha vida. Eu sei que isso é bem clichê, a maioria das pessoas dizem o mesmo em relação a "O Pequeno Príncipe", mas o que esperar do 3º livro mais vendido e traduzido da história e que marcou gerações?

Este é um livro que traz uma linda mensagem e grande aprendizado, uma profunda mudança de valores, que ensina como nos equivocamos na avaliação das coisas e das pessoas que nos rodeiam e como esses julgamentos nos levam a solidão. Nós nos entregamos a nossas preocupações diárias e esquecemos a criança que fomos. Esquecemos quem somos e nos tornamos incapazes de enxergar o que podemos ser.

Já falei algumas vezes aqui sobre olhar para dentro de si e deixar viver a criança que há em você. Pois "todas as pessoas grandes foram um dia criança. Mas poucas se lembram disso".

E você, do que se lembra?

O desafio de hoje é novamente um convite, para que leiam ou releiam e recordar que "só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos". Compartilhem com o #RN quais as sensações, emoções e lembranças que o livro vos provoca e de quebra, já aproveitem para falar quais as expectativas para o filme que estreia dentro de 3 dias, lembrando que esse será o assunto especial no decorrer da semana.

06 agosto 2015


Hoje começa uma nova coluna no blog, composta por 5 artigos onde nas próximas semanas você saberão tudo sobre o surgimento dos vídeo games. E para começar, que tal saber como tudo começou?
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O surgimento da calculadora eletrônica em 11 de novembro de 1918 foi fundamental para tornar a criação do vídeo game possível. Num processo natural, as calculadoras eletrônicas evoluíram e se tornaram grandes e potentes computadores – grandes o suficiente para ocupar vários andares de um prédio e potentes a ponto de calcular raízes quadradas e solucionar algumas equações por minuto. Eram revolucionários! Nos anos 1950 começaram a invadir as principais universidades norte-americanas e foram nelas que eles passaram a ser usados para as coisas mais estranhas que se possa imaginar – inclusive para desenvolver e jogar vídeo games.

OXO, Noughts and Crosses – O Jogo da Velha

Somente em 1952 foi que surgiu o primeiro vídeo game, do jeito que deve ser – gráficos digitais exibidos em um monitor de tubo de raios catódicos. OXO, Noughts and Crosses foi desenvolvido por Alexander S. Douglas como parte da sua tese de doutorado “Interação Homem-Computador”. O jogo na realidade trata-se nada mais nada menos do que o famoso “Jogo da Velha”, só que jogado em um computador com um controle de telefone analógico (sabe-se lá como hehe).

O esquema é o mesmo desde sempre: posicione o “X” ou a “O” no lugar que você quer e feche uma linha com eles. Apesar da simplicidade e da aparente falta de emoção, o jogo chamava atenção justamente por representar muitíssimo bem a “Interação Homem-Computador”, coisa que pouca gente conhecia fora das universidades e recantos militares.

Apesar de brilhante, OXO não se popularizou porque só funcionava no computador em que foi desenvolvido – o EDSAC – e, pasmem, ele era o único no mundo! Mesmo não tendo ganhado nem um centavo com o jogo, A.S Douglas ganhou seu título de doutor e OXO foi, e é, considerado o primeiro vídeo game do mundo!

Curtiram? Se a resposta for positiva, não percam na próxima semana, nesse mesmo dia, nesse mesmo horário, nesse mesmo blog, a continuação da história dos vídeo games!
 
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